
A Coopercitrus deu início à temporada 2026 do Circuito Técnico de Soja, consolidando o evento como uma das principais vitrines tecnológicas da cultura. A abertura foi realizada no dia 21 de janeiro, na Fazenda Santa Helena, em Guaíra (SP), reunindo mais de 500 produtores rurais.
A propriedade da cooperada Maira Lellis é referência em agricultura regenerativa, manejo da biologia do solo e uso de plantas de cobertura. Para ela, o circuito é o momento de validar a ciência na prática. “Conhecer novos cultivares e trazê-los para dentro da porteira exige planejamento, dados, análise de solo, conhecimento técnico, tecnologias e respeito à janela de plantio. Tudo isso a Coopercitrus nos entrega prontamente”, afirma.
Além das tradicionais estações de campo, onde os cooperados acompanharam o desempenho de diferentes cultivares e estratégias de manejo fitossanitário, a abertura em Guaíra teve como diferencial uma tarde de imersão técnica conduzida por especialistas renomados. As discussões tiveram como foco a construção de solos vivos e a precisão operacional, apontadas como pilares da resiliência produtiva.
Palestras

Tecnologia que gera resultado
O diferencial desta edição foi a imersão técnica voltada ao conceito de vida no solo. O CEO da Coopercitrus, Fernando Degobbi, destacou que o Circuito chega ao quinto ano como um trabalho consistente de testes que geram impacto direto nos resultados do produtor. Ele deu ênfase à atuação da Tello, empresa de fertilizantes biointeligentes da qual a cooperativa é sócia. “Estamos focados na melhoria da base do solo. Os demonstrativos em campo já indicam diferenças significativas na produtividade, com expectativa de confirmação após a colheita”, ressaltou.

O anfitrião do evento, o produtor José Eduardo Lellis, reforçou a importância do engajamento do produtor com as oportunidades oferecidas pela cooperativa. “Simbolizo a Coopercitrus como uma estação ferroviária. O trem das oportunidades vai passar e nós precisamos estar lá, prontos para embarcar. Estar junto é sinônimo de resultado”, afirmou.
O gerente comercial de sementes da Coopercitrus, Paulo Oficciatti, destacou que o Circuito Técnico de Soja entrega uma visão ampla sobre como genética, fisiologia do solo e plantabilidade atuam de forma integrada para viabilizar sistemas produtivos de alto nível. Para que esse potencial se transforme em sacas colhidas, ele reforça que a genética precisa caminhar junto com a precisão operacional. “O objetivo é oferecer sementes de alto vigor, que garantam emergência homogênea e sustentem o sistema produtivo do início ao fim”, explica.
O Circuito Técnico de Soja 2026 segue com uma agenda itinerante, percorrendo diversas cidades em diferentes regiões produtoras até o mês de março. Após o encerramento de todas as etapas, a Revista Coopercitrus irá compartilhar um resumo técnico, reunindo dados de desempenho e as principais recomendações agronômicas extraídas deste ciclo.
Check-list da alta produtividade
Genética de ponta
Sementes com alta germinação e vigor para garantir o arranque inicial
Emergência homogênea
Plantabilidade como base da estabilidade da lavoura até a colheita
Portfólio integrado
Sementes, fertilizantes biointeligentes e manejo fitossanitário personalizados
Operações eficientes
Atenção à regulagem de máquinas e ao uso correto das tecnologias para evitar perdas e garantir máxima performance.

