A parceira que protege o patrimônio, organiza a gestão e garante a continuidade da família no agro

Você já pensou que o maior risco da sua propriedade pode não estar na lavoura, mas na gestão financeira?
O agronegócio se modernizou. A tecnologia evoluiu, o manejo ficou mais preciso e a mecanização se sofisticou. Porém, mesmo com tudo isso, existe uma parte do negócio que não aparece na lavoura e pode definir o sucesso ou o resultado da safra: a gestão financeira.
Crédito mal planejado, falta de proteção dos bens ou da produção, ausência de organização patrimonial ou sucessória: esses fatores não aparecem na colheita, mas impactam diretamente o resultado da propriedade.
Foi olhando para essa realidade que a Coopercitrus estruturou a Fincoop, seu braço financeiro criado para oferecer suporte especializado em crédito, seguros e planejamento patrimonial, com mesma proximidade e confiança que o produtor já encontra na cooperativa.
Entre as soluções, o cooperado pode estruturar o crédito no momento certo, proteger as máquinas e a safra, organizar o fluxo de caixa e garantir a continuidade do patrimônio construído pela família.
A CEO da Fincoop, Simonia Sabadin, destaca que o produtor é altamente competente dentro da porteira, mas o crescimento sustentável do negócio também depende da gestão.
“O cooperado cuida muito bem da parte agrícola e é extremamente competente no campo. Mas a gestão também é fundamental para garantir sustentabilidade e crescimento do negócio”, afirma Simonia.
A Fincoop funciona como um núcleo de especialistas dentro da Coopercitrus, reunindo soluções que muitas vezes o produtor precisaria buscar em diferentes instituições, com o diferencial do atendimento próximo e especializado.
“Como estamos próximos do cooperado e conhecemos sua produção, conseguimos oferecer soluções personalizadas, desenhadas sob medida para cada realidade”, destaca a diretora.
O que é fintech? O que é a Fincoop?
Fintech é a união das palavras financeiro e tecnologia. O termo define empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais ágil, acessível e organizada.
No agronegócio, as fintechs atuam principalmente no apoio ao crédito, gestão financeira, seguros e planejamento, com foco em simplificar processos e melhorar a tomada de decisão.
A Fincoop é a fintech da Coopercitrus.
Ela funciona como um braço financeiro da cooperativa e oferece aos cooperados:
- Assessoria financeira personalizada
- Corretora de seguros
- Apoio jurídico
- Planejamento sucessório
- Consultoria para organização de custos
A Fincoop oferece suporte especializado na gestão financeira, reduzindo riscos e fortalecendo a estrutura do negócio rural.
Para que serve a Fincoop?

A Fincoop atua de forma integrada na organização financeira, proteção patrimonial e planejamento estratégico do cooperado.
💰 1. Crédito, investimento e gestão financeira
- Acesso a crédito e financiamento
- Apoio na escolha das melhores linhas
- Intercooperação com instituições financeiras
- Programas como Irriga+, Desenvolve SP, linhas para máquinas, irrigação e Campo Digital
- Implantação de ERP e ferramentas de gestão
- Organização do fluxo de caixa
- Preparação de documentação
⚖️ 2. Planejamento jurídico e sucessório
- Planejamento sucessório
- Organização patrimonial
- Segurança jurídica
☂️ 3. Corretora de seguros e proteção patrimonial
- Seguro agrícola
- Seguro patrimonial
- Seguro de máquinas
- Seguro de vida
- Estruturação das coberturas conforme a realidade da propriedade
- Seguro de Automóvel
📑 4. Consórcio
- Carta de crédito livre
- Planejamento patrimonial de médio e longo prazo
- Consórcio como estratégia financeira
🏥 5. Plano de saúde
- Condições diferenciadas via Coopercitrus
- Estado de São Paulo: Unimed
- Minas Gerais: SPA Saúde
Diferença que se sente no dia a dia
Diferente de um banco tradicional, que trabalha com soluções padronizadas, a Fincoop entende a realidade de cada cooperado: seu histórico, sua estrutura produtiva e os desafios da região onde atua.
“Conversamos com os nossos cooperados para ajudá-los a identificar onde podem reduzir custos dentro da propriedade. Com isso, conseguem melhorar a rentabilidade e alcançar resultados mais consistentes na atividade”, explica Simonia Sabadin.
Esse acompanhamento pode significar reorganizar despesas, implantar sistemas de gestão, estruturar melhor os seguros, planejar a sucessão familiar com antecedência e evitar riscos jurídicos ou financeiros que comprometem o patrimônio construído ao longo de gerações.
O acesso ao serviço é direto e integrado às unidades da cooperativa. O cooperado pode procurar seu gerente ou o CTC da região, que fará o encaminhamento à equipe da Fincoop.
“Estamos à disposição para todos os cooperados que quiserem entender o que a Fincoop pode oferecer e contar com esse apoio. A Fincoop foi criada justamente para estar cada vez mais próxima do cooperado e contribuir para o fortalecimento do agronegócio”, conclui Simonia.
O que o cooperado ganha com a Fincoop?
- Mais segurança
- Menos risco
- Melhor planejamento
- Atendimento especializado
- Solução dentro da própria cooperativa
Crédito estruturado para investir com segurança
A Fincoop também atua para auxiliar o cooperado a encontrar as melhores oportunidades em investimentos. Entre as soluções, destaca-se a operação de linhas da Desenvolve SP, agência de fomento do Governo do Estado de São Paulo, voltada ao financiamento de projetos de modernização e expansão.
Entre as oportunidades disponíveis, o Irriga+ SP, programa do Plano Estadual de Irrigação Sustentável, viabiliza investimentos com condições diferenciadas.
O Irriga+ permite financiar:
- Sistemas de irrigação
- Agricultura de precisão
- Infraestrutura hídrica
- Tecnologias voltadas ao aumento da produtividade
Com taxas subsidiadas e prazos estruturados, o programa amplia o acesso ao crédito para que o produtor invista com planejamento e previsibilidade.
Por meio da Fincoop, o cooperado conta com orientação técnica, apoio na organização da documentação e acompanhamento no encaminhamento do projeto, transformando o crédito em uma decisão estratégica e alinhada à realidade da propriedade.
Família Carrilho fortalece o negócio com gestão organizada e decisões mais seguras

Produtor de cana-de-açúcar e soja em uma área de aproximadamente quatro mil hectares, Danilo Carrilho, do grupo Agrocinco, vive um momento de virada na condução do negócio.
Cooperado desde 2019, iniciou a parceria focado em insumos e máquinas. Agora, amplia essa relação ao investir na gestão financeira da propriedade, com apoio da Fincoop e implantação de ferramentas como ERP e BPO, a organização dos processos financeiros.
Ao explicar o que motivou a contratação do serviço, ele resume: “Era preciso trazer para o financeiro a mesma organização que já existe no campo”, aponta Carrilho.
Com a estrutura produtiva consolidada e processos bem definidos na lavoura, Danilo reconhece que a gestão administrativa ainda precisava avançar.
“No campo, a gente sabe produzir. Mas, quando passa da porteira e vem para dentro do escritório, acaba apanhando”, admite.
Antes da avaliação, a principal dificuldade estava em enxergar com clareza custos, resultados e impactos tributários. A ausência de informações consolidadas faziam com que as decisões fossem mais intuitivas do que estratégicas.
“A gente precisa saber se o negócio está sendo lucrativo ou não, o que precisa ajustar, o que a gente não está enxergando”, explica o cooperado.
Com a implantação do ERP e o acompanhamento da equipe de BPO, o fluxo de caixa passa a ser organizado de forma estruturada, permitindo análise detalhada dos dados, controle contábil e suporte na área tributária. O objetivo é transformar números dispersos em indicadores confiáveis.
“Você passa a ter a informação real nas mãos para decidir qual caminho seguir: se é hora de investir, ampliar, expandir ou, se for o caso, frear”, afirma.
Para ele, uma gestão organizada reduz riscos, dá previsibilidade ao caixa e amplia a capacidade de planejamento.
“Quando os números são claros, as decisões ficam mais seguras”, resume.
O projeto teve início em janeiro de 2026 e, mesmo em fase inicial de implantação, Danilo demonstra confiança nos resultados. A expectativa é ganhar tranquilidade para focar na lavoura enquanto a área financeira passa a operar com critérios técnicos.
“Eu espero trabalhar com mais tranquilidade na parte da lavoura e me preocupar menos com a parte financeira e tributária”, diz.
Formado em Direito e atuando em sociedade com o tio, Kleber, e o sócio operacional Gilson, ele reconhece que o suporte técnico-administrativo é fundamental para a sustentabilidade do negócio.
Para Danilo, o diferencial está no posicionamento da cooperativa ao oferecer não apenas produtos, mas também soluções estruturantes.
“Ela está se preocupando com a saúde financeira do nosso negócio e com a longevidade dele”, analisa o cooperado.
A experiência reforça uma mensagem clara: gestão não é luxo, é ferramenta de sobrevivência e crescimento.
“Quando o produtor enxerga os números, ele passa a mandar no negócio”, conclui Danilo.
Seguro com quem está ao lado do produtor

Para o cooperado Gustavo Gregorini, de Bebedouro (SP), concentrar os seguros na corretora da Fincoop foi uma decisão baseada em preço competitivo e atendimento próximo.
“Passei todos os meus seguros para a Coopercitrus, porque eles têm oferecido os melhores preços e serviços pra gente. Facilita muito pela parceria, já que a gente está todo dia aí”, comenta.
Atualmente, ele mantém seguros de trator, carro e caminhonete. Para Gregorini, o ponto alto está no relacionamento próximo com a cooperativa. Ele também ressalta a praticidade de já sair com a máquina segurada no momento da compra. “Agrega muito a Coopercitrus estar vendendo trator e a gente já oferecendo o seguro. Você já sai com a máquina segurada”, destaca Gregorini.
Além da competitividade, o que reforçou sua confiança foi o atendimento quando precisou acionar o seguro após um incidente na estrada.
“Já precisei acionar o seguro e fui atendido prontamente. Isso traz muita tranquilidade”, relata, ao destacar a agilidade no suporte.
Quando compara os valores com outras corretoras, Gustavo é categórico: “Os preços têm sido imbatíveis”, afirma.
Família Sia estrutura sucessão e protege legado

Quando o assunto é sucessão familiar, muitas vezes a decisão é adiada. Mas, na prática, quanto maior a estrutura da propriedade, maior também a responsabilidade de organizar o futuro.
Foi esse entendimento que levou a cooperada Robertta Sia e sua família a iniciarem o processo de sucessão com apoio da Fincoop.
“A gente sentia que já estava atrasado. Já deveríamos ter feito há muito tempo. Precisávamos regularizar a situação”, afirma a cooperada, que é formada em Direito.
O planejamento começou após a família participar do Workshop da Fincoop e conhecer o advogado parceiro, Dr. Aires Vigo. A partir daí, iniciaram reuniões para estruturar a holding principal, criar as mini holdings familiares e organizar formalmente as doações e registros.
A atuação da Fincoop foi fundamental na orientação jurídica e na organização do processo, conectando a família a especialistas e ajudando a estruturar cada etapa com segurança.
Para Robertta, o impacto vai além da parte legal. “É uma forma de garantir continuidade. Se a ideia é preservar o legado, não existe outra forma. Tem que ter regras, tudo estruturado e registrado”, comenta a cooperada.
A história da família começou com o trisavô, imigrante italiano vindo da região de Veneza, que iniciou as atividades agrícolas entre Artur Nogueira e Mogi Mirim. Ao longo das gerações, as áreas foram reinvestidas e ampliadas. Hoje, o grupo produz em Minas Gerais e no Mato Grosso, com diferentes culturas.
Com cinco irmãos na sociedade e cerca de 11 primos na geração seguinte, todos adultos, muitos já casados e com filhos, o risco de conflitos futuros exigia organização.
“Nós, como família, esperamos deixar uma estrutura organizada para as futuras gerações. Inventário judicial é uma dor de cabeça enorme. Não dá para fingir que a sucessão não vai acontecer”, revela Sai.
A solução encontrada foi a criação de uma holding principal, responsável por concentrar o patrimônio e as operações. Cada núcleo familiar passou a ter sua própria “mini holding”, que se tornou cotista da estrutura principal.
“Se acontece um problema pessoal dentro de uma família, como um divórcio, isso não afeta as outras nem o patrimônio todo”, explica Robertta.
Além da blindagem patrimonial, o modelo permite prever cenários futuros. Já ficou definido, por exemplo, qual patrimônio pertence a cada família dentro da estrutura maior, facilitando eventual cisão societária, caso algum grupo decida se separar no futuro. “Se um dia alguém quiser sair, já está tudo esquematizado. Não precisa começar do zero”, comenta a cooperada.
Governança
O processo também envolveu definição de regras de governança, critérios para ingresso na gestão e organização societária.
“Empresa tem que ser tratada como empresa. Não é porque é filho que pode entrar na gestão automaticamente. Precisa ter regra, formação e critério”, afirma.
Segundo Roberta, o processo é complexo e pode gerar divergências, mas é indispensável.
“É desgastante, surgem divergências. Mas é essencial. Se deixar para depois, pode virar um caos”, aponta Roberta.
A experiência da família Sia mostra como o planejamento sucessório, quando estruturado com orientação técnica, reduz riscos, protege o patrimônio e fortalece o negócio para as próximas gerações.
É exatamente esse tipo de suporte que a Fincoop busca oferecer aos cooperados que desejam organizar sua estrutura com segurança e visão de longo prazo.
O que é holding? E o que é mini holding?
Holding é uma empresa criada para administrar o patrimônio e as participações societárias de um grupo familiar ou empresarial. Em vez de os bens estarem no nome das pessoas físicas, passam a estar vinculados à empresa.
Isso permite:
- Melhor organização patrimonial
- Planejamento sucessório estruturado
- Definição de regras de governança
- Redução de riscos em caso de conflitos
Holding familiar é uma estrutura criada dentro desse modelo, em que cada núcleo familiar tem sua própria empresa, que se torna sócia da holding principal.
Esse formato ajuda a:
- Isolar riscos individuais
- Proteger o patrimônio coletivo
- Organizar eventual saída de um grupo familiar
- Garantir maior segurança jurídica
Família Bárbaro usa consórcio para modernizar equipamentos

Para muitos produtores, o consórcio ainda é associado à compra de carros ou imóveis. No agro, porém, ele vem se consolidando como uma estratégia de compras de bens a médio prazo.
O cooperado Laerte Souza Bárbaro Júnior enxerga a modalidade como uma ferramenta de planejamento e de modernização das propriedades da família, localizadas em Bebedouro, Viradouro e Taiaçu, SP.
Produtor de cana-de-açúcar e responsável pela gestão administrativa das áreas, ele assumiu a condução dos negócios ao lado da mãe, Elenice Marino Bárbaro, após o falecimento do pai no ano passado.
Segundo Júnior, o consórcio deixou de ser apenas uma alternativa de compra parcelada para se tornar parte do planejamento financeiro da propriedade. Para ele, a previsibilidade das parcelas é um dos principais atrativos.
Nos últimos anos, o cooperado foi contemplado em consórcios e utilizou os recursos para atualizar implementos e adquirir novas tecnologias como uma adubadeira maior, um drone de pulverização, um drone de mapeamento e GPS.
Ele destaca não apenas a aquisição dos bens, mas o suporte recebido durante todo o processo.
“São parcelas fixas, somente com taxa administrativa, sem os juros altos que a gente vê no mercado. Se fizer um bom planejamento, a gente consegue renovar a frota e atualizar nossas tecnologias”, explica o cooperado.
Laerte considera o consórcio para implementos agrícolas uma inovação da Coopercitrus, pois não é fácil encontrar tal modalidade em outros lugares.
“O atendimento foi muito bom. No caso do drone, por exemplo, recebi treinamento e fiz o curso obrigatório para operar. Isso faz diferença, porque não é só vender o equipamento; é garantir que a gente saiba usar corretamente”, relata.
A modernização, segundo ele, é essencial diante dos desafios atuais da produção de cana-de-açúcar.
“Hoje temos mais pragas, mais plantas daninhas e precisamos estar atentos às amostragens e ao manejo. Tudo isso busca maior produtividade e melhor resultado econômico”, destaca Bárbaro.
Proteção que nasce da confiança e do relacionamento próximo
“Nossa missão na Corretora de Seguros é entregar ao cooperado uma solução personalizada. Por estarmos dentro da Coopercitrus, nosso relacionamento é diferenciado: conhecemos a operação do produtor, entendemos suas necessidades reais e falamos a mesma língua.
Não entregamos um número de 0800 para o momento de dificuldade. Quando o cooperado precisa, ele fala diretamente com a nossa equipe. Esse atendimento corpo a corpo é o que nos diferencia de uma corretora comum. Estamos aqui para blindar o patrimônio do produtor e garantir que ele se sinta em casa, com a segurança de que seu negócio está protegido por quem realmente entende do campo.” Cássio Movio, gerente da Corretora de Seguros Fincoop
Cooperado,
Se você precisa estruturar a gestão, organizar o fluxo de caixa, proteger o patrimônio ou planejar novos investimentos, fale com seu CTC e procure a Fincoop. Conte com essa estrutura para garantir resultados sólidos.
Quando procurar a Fincoop?
- Antes de contratar crédito
- Ao comprar máquinas
- Para contratar seguros
- Para organizar a sucessão familiar
- Para estruturar a gestão da propriedade

