Do campo ao mercado, a Coopercitrus fecha o ciclo e fortalece o resultado do cafeicultor
Segurança para produzir, confiança para vender
Do pré-plantio ao pós-colheita, cooperados têm suporte completo para preservar valor e transformar café em resultado
O mês de maio marca o início do momento mais esperado para o cafeicultor: a colheita. Aos poucos, secadores começam a rodar, os terreiros se enchem e o cheiro do café fresco toma conta das propriedades. É nessa etapa que a qualidade cultivada no campo precisa ser preservada e, principalmente, transformada em resultado financeiro.
Em um cenário de custos elevados, clima instável e preços voláteis, decidir onde armazenar e como comercializar o café pode determinar o sucesso ou a perda de valor de toda a produção.
“Muitas vezes o produtor faz tudo certo, até a colheita. Mas, como essa etapa acontece em um curto espaço de tempo, se o manejo de terreiro e secagem não for adequado, ele perde qualidade e valor na comercialização”, afirma Sebastião Pedroso, diretor comercial da Coopercitrus.
É justamente nesse momento que estrutura e suporte fazem a diferença.
Para atender à demanda dos cooperados, a Coopercitrus conta com unidades próprias de armazenagem distribuídas em regiões estratégicas, além de uma rede de armazéns parceiros que amplia a capacidade de atendimento e garante proximidade com o produtor.
- Altinópolis (SP)
- Andradas (MG)
- Araxá (MG)
- Bom Jesus da Penha (MG)
- Cássia (MG)
- Jacuí (MG)
- São Roque de Minas (MG)
- São Sebastião do Paraíso (MG)
Liberdade, liquidez e inteligência comercial
“O cooperado que armazena a sua produção na Coopercitrus tem total liberdade de comercializar fora, ou comercializar com a gente”, afirma Pedroso.
Apesar dessa liberdade, a estrutura da Coopercitrus vem mostrando que é a opção mais rentável. “Temos sido muito competitivos e fechado negócios para cerca de 97% dos cafés que são depositados conosco”, revela o diretor.
Outro ponto relevante é a liquidez. A cooperativa compra café todos os dias, com pagamento médio em sete dias, o que garante agilidade e previsibilidade financeira. Com apoio de analistas de mercado, o cooperado também passa a tomar decisões mais estratégicas.
O café já sai da fazenda segurado até a chegada aos armazéns Coopercitrus e, quando o cooperado vende a produção para a cooperativa, esse seguro de transporte não tem custo.
Modelos de armazenagem

A Coopercitrus oferece dois modelos de armazenagem, permitindo ao produtor escolher a melhor estratégia para sua operação.
No lote personalizado, o café é armazenado de forma individual, preservando identidade, qualidade e rastreabilidade. Esse modelo é indicado para quem busca maior controle e valorização do produto.
Já no lote padrão, os cafés são agrupados por características semelhantes de qualidade, o que traz mais agilidade operacional e possibilita estratégias comerciais como o chamado “refresco de safra”.
A estrutura de armazenagem também se traduz em benefícios financeiros diretos. A Coopercitrus oferece:
- 50% de desconto no lote personalizado
- 100% de desconto no lote padrão
- Custo zero para quem comercializa com a cooperativa
“Se o cooperado comercializar dentro da Coopercitrus, não tem custo de armazenagem. Isso impacta diretamente o resultado do produtor”, destaca Pedroso.
Barter: a melhor moeda
O café depositado é a sua moeda mais forte. Na Coopercitrus, a modalidade de barter (troca) permite ao cooperado adquirir defensivos e fertilizantes, além de financiar tratores, implementos, drones e serviços de tecnologia. “O barter permite travar custos e garantir insumos sem comprometer o fluxo de caixa, com mais previsibilidade e menor exposição a riscos”, explica Raul Dorti, superintendente de originação de café e grãos da Coopercitrus.
“O valor da saca é definido no momento da negociação, e o produtor consegue planejar toda a sua operação com mais segurança”, complementa Dorti.
A VOZ DO COOPERADO

João Pieroni: tradição, estratégia e liberdade no campo
Descendente de imigrantes italianos e engenheiro agrônomo, João Carlos Pieroni administra 170 hectares com foco em cafés especiais e certificações como a Rainforest Alliance, na região de São Sebastião do Paraíso (MG).
“Na cooperativa, tenho seguro incluso no transporte e não pago armazenagem por um período. Mesmo quando o preço é um pouco menor, o conjunto compensa”, explica. Ele também destaca a autonomia: “A Coopercirus não dificulta se surgir uma oportunidade fora. Isso dá segurança para depositar o café lá sem preocupação. A cooperativa funciona como um balizador de mercado”.
Gustavo Peixoto: segurança e inteligência para vender melhor

Dentista de formação, Gustavo assumiu a propriedade da família em Cássia (MG) há 14 anos. Hoje, à frente de 34 hectares de café e 20 de soja, ele mantém a tradição iniciada pelo pai de comercializar e armazenar 100% da safra com a Coopercitrus.
A mudança mais significativa em sua gestão ocorreu na estratégia de vendas. Antes acostumado a escoar toda a produção de uma vez, Gustavo passou a usar a inteligência de mercado da equipe da cooperativa para fracionar as vendas. “Hoje, eles orientam, explicam o cenário, dizem se está em alta ou em baixa. Aprendi a fazer média, a não vender tudo de uma vez. Isso fez diferença no resultado”, relata. Além do lucro, a tranquilidade física do café é inegociável para ele: “A gente coloca o café lá e dorme sossegado. Hoje, com tantos problemas que a gente vê no mercado, isso não tem preço.”
Wlaudimir Martins: o poder do barter e do suporte técnico

Cafeicultor “de berço”, Wlaudimir administra 26 hectares em São Tomás de Aquino (MG) e deposita a maior parte de sua safra na Coopercirus, sempre com preferência pelo lote personalizado. A garantia de que seu patrimônio físico está intocável dita o ritmo do seu negócio. “Eu sei que o café que eu entrego é o mesmo que vou encontrar depois. Ele só sai quando eu vendo”, explica.
Para planejar as safras seguintes sem descapitalizar, o produtor utiliza o barter anualmente, trocando o café por insumos, além de contar com a assistência agronômica contínua. “Quando tenho dúvida, procuro o time técnico. O produtor não pode ficar sozinho. A cooperativa traz informação, tecnologia e oportunidade. Caminhar junto é assim que conseguimos melhorar o resultado”, afirma.
Marcelo Costa: logística em larga escala e transparência total

Responsável pela gestão da WGS AgroPastoril, Marcelo Costa lida com uma produção de cerca de 10 mil sacas anuais em Cássia e Capetinga (MG). Há três anos, a empresa mudou sua estratégia e concentrou 100% do armazenamento na Coopercitrus, reduzindo a distância de transporte de 90 km para apenas 5 km.
A agilidade logística no pico da colheita e o horário flexível evitaram gargalos na fazenda, mas foi a governança e o controle físico que consolidaram a parceria. “Sabemos que o café que colocamos lá está realmente lá. Podemos visitar, conferir. Isso traz transparência e confiança. Em outros lugares, você tem um papel, mas não tem essa segurança física”, destaca Marcelo. A WGS também utiliza a estrutura completa da Coopercirus, desde análise de solo até insumos, mantendo total autonomia comercial para decidir a hora certa de vender.
Guilherme Vicentini: parceria estratégica e busca por nichos de mercado

Produtor tradicional e com forte atuação representativa na cafeicultura, Guilherme Vicentini enxerga a produção com uma visão empresarial apurada. Em sua propriedade, na região de Altinópolis (SP), ele utiliza o pacote completo do ecossistema Coopercitrus.
“Dentro do meu negócio, a parte de defensivo, fertilizante, máquinas, depósito de café, mercado a termo, tudo a gente tem feito via cooperativa”, detalha Guilherme.
Para ele, o grande valor dessa relação está na inteligência conjunta para acessar as melhores janelas comerciais, fugindo das oscilações comuns. “Realmente a Coopercirus é parceira. A gente fica monitorando o mercado, vemos qual é o melhor momento. Em parceria com a Coopercitrus, a gente consegue buscar esses nichos de mercado e essa ferramenta tem dado muito sucesso”, pontua o produtor, que também apoia o desenvolvimento contínuo do setor de pós-venda e novas soluções da cooperativa para a cafeicultura regional.
Suporte técnico e tecnologia no campo
A Coopercitrus oferece suporte técnico com especialistas de campo que acompanham o produtor desde o planejamento até a condução da lavoura.
Esse suporte inclui:
- Recomendação agronômica
- Manejo nutricional e fitossanitário
- Acompanhamento técnico contínuo
Além disso, o Campo Digital amplia a tomada de decisão com tecnologia:
- Geofert (fertilização de precisão)
- Sistematização de plantio
- Mapeamento e monitoramento
- Uso de drones e dados
Soluções para o cafeicultor
Planejamento e implantação
- Análise de solo com Geofert
- Recomendação técnica
- Sistematização de plantio
Manejo e produção
- Assistência técnica especializada
- Insumos agrícolas
- Monitoramento de pragas e doenças
Tecnologia (Campo Digital)
- Geofert
- Drones
- Piloto Automático
- Monitoramento via satélite
Colheita e pós-colheita
- Orientação de mercado
- Armazenamento / lotes personalizados e padrão
Comercialização
- Liquidez diária
- Estratégias de venda
- Inteligência de mercado
Soluções financeiras
- Barter
- Crédito
- Seguro agrícola e de café
Por que armazenar na Coopercitrus?
- Segurança no transporte: O seu café sai da fazenda segurado. E se você optar por comercializar a carga via Coopercitrus, esse seguro de transporte não tem custo.
- Descontos: Ao vender para a cooperativa, você garante 100% de isenção nas taxas de armazenagem do Lote Padrão ou 50% de desconto no Lote Personalizado.
- Liberdade e transparência: Escolha o modelo de lote que preferir e mantenha autonomia total para decidir quando e para quem vender.
- Liquidez garantida e Barter: A cooperativa compra café todos os dias, com pagamento médio em 7 dias. Prefere investir na lavoura? Use o sistema de barter e troque seu café armazenado por insumos, defensivos e até maquinário.
- Apoio comercial: Nossa equipe de inteligência de mercado monitora os melhores nichos e oportunidades para ajudar você a travar sua venda no momento mais lucrativo.

