Reconhecida como exemplo global, cooperativa mostrou na COP30 e na ONU como é possível unir produtividade, tecnologia e cuidado com as pessoas e com o meio ambiente
Na COP30 e na Cúpula da ONU, a cooperativa mostrou que produzir com responsabilidade no campo é caminho para um agro mais justo, forte e reconhecido no mundo.
A Coopercitrus foi destaque como exemplo mundial de cooperativa sustentável ao representar o Brasil e o cooperativismo agropecuário em dois eventos internacionais importantes: a COP30, em Belém (PA), e a Segunda Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social da ONU, em Doha, no Catar.
Representando o cooperativismo do Brasil e do mundo, o presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, Matheus Kfouri Marino, apresentou as soluções oferecidas pela cooperativa que mostram como é possível promover um agro mais eficiente, responsável e justo.
“A Coopercitrus representou não só o cooperativismo brasileiro, mas as cooperativas de produção do mundo. Onde existe cooperativa, existe prosperidade”, afirmou Marino.
Inspiração para o mundo na COP30

A COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) é o principal fórum global para debater ações contra o aquecimento global. Realizada entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, em Belém, a conferência reuniu chefes de Estado, organizações internacionais, setor privado e sociedade civil de todo o mundo.
A Coopercitrus participou com destaque em três espaços oficiais da COP30:
Agrizone
No espaço da Embrapa em parceria com a ONU, Marino apresentou o “círculo virtuoso” da Coopercitrus, que reúne agricultura com tecnologia, recuperação de nascentes e florestas, geração de renda e cuidado com o meio ambiente.
Foram apresentados casos reais de cooperados, que unem tecnologias como correção de solo a partir de amostras de solo georreferenciadas, planejamento de plantio e curvas de nível com imagens de VANTS, plantas de cobertura e aumento do carbono e da matéria orgânica, gestão do fluxo de água e viabilização de sistemas de irrigação de precisão. O restauro de nascentes e de áreas de preservação ambiental complementa o “círculo virtuoso”, uma vez que amplia a biodiversidade e a “produção de água” infiltrada no sistema de produção tecnológico e aflorada nas nascentes.
Casa do Seguro
Dentro do Fórum de Sustentabilidade em Cooperativismo e Seguros, realizado na Casa do Seguro, Marino participou de um painel ao lado de representantes da OCB, CNSeg, BNDES e cooperativas internacionais.
O debate evidenciou a urgência de fortalecer o seguro rural como ferramenta de proteção ao produtor frente às mudanças climáticas, e destacou a conquista histórica que, em 2025, autorizou cooperativas brasileiras a atuarem no modelo securitário após décadas de restrição.
Marino apresentou a experiência da Coopercitrus, detalhando como a cooperativa utiliza tecnologia, assistência técnica e proximidade com o produtor para reduzir riscos e ampliar a prosperidade no campo. “O seguro é parte essencial da gestão do negócio. Como estamos no dia a dia das propriedades, conhecemos solo, clima, genética, manejo e o nível de capacitação do produtor. Isso reduz muito o risco. E quando se reduz o risco, o custo da operação é reduzido. Para o cooperado, isso faz toda a diferença”, explicou.
Ele lembrou ainda que a adoção de práticas ambientais também depende de instrumentos de proteção. “Se queremos estimular restauração, emissão de títulos verdes e serviços ambientais, precisamos de seguros específicos que dêem sustentação a compromissos de longo prazo. Sem isso, muitas iniciativas não conseguem avançar” destacou o presidente.
Green Zone
Na área aberta ao público, a Coopercitrus participou de encontros com lideranças, como o deputado federal Arnaldo Jardim, o deputado estadual Itamar Borges, a superintendente da OCB, Tânia Zanella e outras cooperativas. O foco do debate foi a importância da atuação conjunta entre governo, entidades e iniciativa privada para geração de impacto positivo do agro.
Cooperativismo que transforma vidas

A Cúpula da ONU sobre Desenvolvimento Social, promovida pela ONU, aconteceu entre os dias 4 e 6 de novembro, em Doha, no Catar. O evento reuniu líderes globais para debater políticas públicas, erradicação da pobreza, inclusão social e desenvolvimento sustentável.
A Coopercitrus foi convidada pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) para representar todas as cooperativas de produção do mundo. Marino participou de painéis com representantes da ONU e de diversos governos, apresentando o modelo brasileiro como referência de inclusão e desenvolvimento.
“Onde existe cooperativa, existe prosperidade. A cooperativa organiza a produção, leva tecnologia para o campo e transforma a vida das pessoas”, destacou Marino.
A Coopercitrus também foi citada na publicação oficial da ONU e participou da cerimônia de encerramento do Ano Internacional das Cooperativas, consolidando sua posição como porta-voz do cooperativismo agropecuário no cenário internacional.
“Estivemos nesses eventos como representantes de todas as cooperativas agropecuárias e mostramos, com casos reais, que o que fazemos aqui, no interior do Brasil, pode ajudar a transformar o agro em todo o mundo”, conclui Marino.
Por que isso importa para você, cooperado?
A presença da Coopercitrus nesses eventos mostra que o que você faz no campo, com dedicação e responsabilidade, tem impacto global.
Cada nascente preservada, cada prática sustentável, cada tecnologia adotada na sua propriedade faz a diferença para o mundo.







