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Bate papo do conselho Rafael Dib Machado 

Com experiência na produção de citros, cana-de-açúcar e pecuária, Rafael Dib Machado leva ao Conselho de Administração da Coopercitrus a vivência na gestão rural e o conhecimento construído ao longo de décadas no campo.

A relação da família de Rafael Dib Machado com o agronegócio começou há cerca de 50 anos, quando seu pai e seu tio deixaram o segmento de móveis para investir na aquisição de pequenas propriedades e sítios de laranja. Ao longo das décadas, a família ampliou e estruturou sua atuação no campo, incorporando também a produção de cana-de-açúcar e a pecuária.

Engenheiro agrônomo formado pela Unesp, em Jaboticabal (SP), em 1994, Machado ingressou nos negócios da família logo após concluir a graduação. Desde então, construiu uma trajetória marcada pela produção e pela gestão rural, experiência que contribui para sua atuação no Conselho de Administração da Coopercitrus.

A vivência em diferentes atividades do agronegócio permite ao conselheiro acompanhar de perto as transformações do setor e os desafios enfrentados pelos produtores.

“Quando recebi o convite, fiquei muito contente e vi como uma oportunidade de conhecer ainda mais de perto a gestão da cooperativa e participar das decisões. Confesso que me surpreendi com o nível de profissionalismo que a Coopercitrus alcançou”, afirma Machado.

Experiência diversificada no campo

A composição do Conselho de Administração reúne produtores de diferentes regiões, culturas e perfis, permitindo que as decisões da cooperativa considerem as particularidades de diferentes atividades do agronegócio.

Machado atua em três importantes segmentos: citros, cana-de-açúcar e pecuária. A diversidade de atividades, aliada à experiência na gestão das propriedades da família, contribui para ampliar sua visão sobre os desafios enfrentados pelos produtores e as oportunidades de inovação e geração de valor.

Segundo o presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, Matheus Marino, a participação de produtores com diferentes experiências é fundamental para a governança da cooperativa.

“O Conselho reúne produtores de diferentes culturas, regiões e perfis de agricultura. O Rafael traz uma experiência muito rica, com uma atividade bem estruturada em cana-de-açúcar e laranja e uma gestão bastante eficiente. É um conselheiro que participa, questiona e nos provoca a pensar: será que estamos oferecendo o melhor atendimento? Será que existem novas soluções e inovações que podemos levar aos cooperados?”, destaca.

Formação técnica aliada à gestão rural

A formação em Engenharia Agronômica e a atuação diretamente nas propriedades da família aproximaram Machado tanto dos aspectos técnicos da produção quanto dos desafios relacionados à gestão dos negócios rurais.

Essa vivência contribui para sua atuação no Conselho, onde diferentes realidades do campo são consideradas na construção das estratégias da cooperativa.

Para o conselheiro, a experiência acumulada ao longo das décadas ajuda a compreender as transformações pelas quais passa o agronegócio e a necessidade de antecipar movimentos para manter a competitividade dos produtores.

“O futuro tem que ser construído no presente e isso está sendo feito. Entender quais são as mudanças necessárias para estar competitivo nos próximos anos e o que traz inovação para gerar valor para o cooperado”, afirma.

Tecnologia presente na produção

A relação de Machado com a Coopercitrus também está presente no dia a dia das 

propriedades da família, que utilizam produtos, serviços e soluções oferecidos pela cooperativa.

Entre as ferramentas está o Campo Digital, que integra tecnologia à gestão das atividades agrícolas e amplia as possibilidades de acompanhamento da produção. Também fazem parte da rotina das propriedades soluções relacionadas a fertilizantes, defensivos, máquinas e serviços tecnológicos.

A utilização dessas soluções acompanha diferentes etapas da atividade rural e reforça a importância da tecnologia para a gestão e a tomada de decisões no campo.

Governança conectada ao produtor

A presença de produtores no Conselho de Administração aproxima a governança da realidade vivida diariamente no campo. Para Marino, essa conexão permite que as estratégias da cooperativa sejam construídas a partir de diferentes perspectivas sobre os desafios e as transformações do setor.

“O papel do Conselho é ouvir, entender as diferentes necessidades e, mais do que isso, construir cenários futuros. Essa construção passa pelo entendimento da visão dos produtores sobre como será o futuro e pelo ajuste da nossa cooperativa a esse novo cenário”, afirma.

Para Machado, participar desse processo representa uma oportunidade de contribuir para a continuidade e o fortalecimento da cooperativa.

“Entro nesse desafio com muito entusiasmo, querendo contribuir para que a Coopercitrus continue forte, crescendo e sendo um negócio cada vez mais sólido. Acho que esse é o objetivo de todos que fazem parte dessa história”, afirma.

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